domingo, 15 de dezembro de 2013

Tempo novo

A cada instante vivido, vejo a vida como um presente
Uma dádiva a ser compartilhada com algumas pessoas
E entre elas, você, que surgiu repentinamente
E rápido como um tornado, destruiu o que era velho
Preparando o terreno para o novo
Pois essa é a vida dos tornados
Esse é o nosso terreno
E agora, lançamos novas sementes
E como o agricultor,
aguardamos a vinda da safra,
zelando com cuidado para que os frutos sejam bons

e fartem a mesa que se põe à nossa frente!

Questionamentos



Será que dizer o quanto te amo representa algo?
Dizer que te encontrar foi um presente Divino não é importante?
Lamentar sua ausência por motivos alheios não te deixa lisonjeada?

Diz-me o que é importante e mostrarei que sou capaz de te alcançar...

Jogo de palavras




Algumas palavras podem mudar o mundo
A maneira de se entender a vida
Os anseios que queremos e a forma de se relacionar
É através das palavras que aprendemos a compreender
E assim, construímos um novo espaço.
É também através das palavras que manifestamos o amor
E o meu, é grande, forte, esperançoso e cheio de alegria.

Amemos, pois!

Amar é viver



Sentir a agradável sensação de viver
É o que reflete o momento do beijo
Quando homem e mulher se entregam as carícias
Da vida
E com sofreguidão deixam de lado pudores e medos

Se entregando à paixão que multiplica a vida!

Gritos mudos



Quando me fecho em silêncio
É que espero seu carinho.
Ao dizer que te amo,
Manifesto meu desejo.
Pedindo por seu beijo
Digo que estou carente.
E sonhando o teu sonho

Entrego-me à sua vida...

A HISTÓRIA DE REBECA: A LOUCA DE SÃO BRÁS



A canção de Maná, “A mulher de São Brás”, era de uma historia real. Neste fim de semana essa história teve o seu fim com a morte da sua protagonista, Rebeca Méndes Jiménez, uma mulher de 63 anos e que desde 1971 esperava no porto o regresso do seu noivo, um jovem que saiu para pescar e jamais regressou. A mulher foi homenageada por pescadores de Porto Vallarta, onde se converteu num símbolo pela espera do seu amor. Foram mais de 41 anos que esperou seu amado Manuel, que saiu para pescar. Sua embarcação foi pega por um furacão e naufragou em alto mar. Nunca mais se soube nada dele e tampouco seu corpo foi encontrado. Eles estavam á uma semana do casamento. O golpe foi tão forte para Rebeca que desde o dia do desaparecimento de Manuel, ela o esperou com seu vestido branco, sempre muito elegante, vendia doces aos turistas no porto de São Brás. Foi ali que o líder da banda FHER a conheceu  década de noventa. Ele se interessou pela história e a converteu em uma das mais lindas canções de Maná. O corpo de Rebeca foi cremado e suas cinzas jogadas ao mar em busca do seu grande amor pelas autoridades de Porto Vallarta, que pensam em levantar um monumento aonde a mulher esperava o seu amado, com a finalidade de recordar sempre esta maravilhosa história de amor que sabe esperar. (compartilhe em memória de Rebeca) Traduzido por Estefano Anzoategui, me perdoem se a tradução não estiver totalmente correta.