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quinta-feira, 28 de julho de 2016
POLITICA
Sinto o peito clamar um canto de liberdade.
Um grito que se propaga em busca da paz que insiste em se afastar de homens que nada sabem de viver, nada fazem pelo amor, se enredam em ambições desmedidas, julgam o terror com o pavor. Matam quem mata como se donos fossem da vida. Se embebedam com o cálice da amargura e rolam na sarjeta da ignorância suprema que os escraviza na teia mundana do inferno terreno.
Se ajoelham sob deuses do mal e jamais agradecem com a sinceridade do bem, que paciente os aguarda com o céu da esperança, para oferecer o paraíso eterno.
Quando a melancolia toma conta do ser, a tristeza se instala no peito e transforma o homem num farrapo sem perspectivas, sem alegria, sem conhecer solução.
Que a vida se encha de alegria e mude os caminhos daquele que chora.
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